Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Alerta vermelho!

por alho_politicamente_incorreto, em 28.10.12

Furacão

 

»Está a formar-se em Portugal Continental uma tempestade violentíssima, de grau 7 na escala de IRS, chama-se GASPAR e tem o epicentro localizado em S. Bento, Lisboa. Ameaça a partir de 3ª feira atingir todo o Continente e Ilhas. Desloca-se a baixa velocidade, mas com uma intensidade destruidora, prevendo-se que deixe muita gente desalojada e completamente arrasada no seu bem-estar.»

Eduardo Amarante

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Não posso!...

por alho_politicamente_incorreto, em 27.10.12

MP suspeita que tenha

 havido tráfico de influências

na privatização da EDP

 

O Ministério Público (MP) suspeita que a empresa chinesa que comprou 21 por cento da EDP teve conhecimento das propostas dos outros concorrentes. No último instante, a China Three Gorges terá deixado cair a sua oferta mais alta. Estão também a ser investigadas as operações de privatização da REN e da CIMPOR.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sem comentários.

por alho_politicamente_incorreto, em 27.10.12

Relvas fez três cadeiras

que não existiam

 

Os graus académicos de 120 ex-alunos podem agora vir a ser anulados,  incluindo o do atual ministro dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Crónica.

por alho_politicamente_incorreto, em 21.10.12

Alentejo de sol inclemente

e vinho intenso

Publicado aqui

Por JOSÉ MANUEL ALHO

Foto de Ricardo Pichler - daqui


Quase trinta anos ao serviço de um jornal de tiragem nacional não chegaram para evitar o desemprego fruto de uma reestruturação que, no essencial, decorre do imperativo de sempre: redução dos custos de trabalho. Ricardo, da tarimba dos seus cinquenta e seis anos, enfrenta agora uma nova e dolorosa etapa da sua vida de fotógrafo profissional.

Conviveu com grandes nomes do fotojornalismo e marcou presença nos mais sangrentos palcos de guerra que o planeta já conheceu. Casado com Amélia, nascida em Marvão, aceitou o repto, por ora irrecusável, de recolher-se naquela simpática vila bem próxima da fronteira de Espanha, situada entre Castelo de Vide e Portalegre, no ponto mais alto da bonita Serra de São Mamede, na região Alentejana.

Fruto da evolução tremenda registada nos equipamentos, Ricardo investiu forte. Está hoje munido de invejáveis reflex profissionais, acessórios técnicos e outros arrojados complementos óticos. Aderiu às últimas tendências e tecnologias, escolhendo produtos híbridos. Em conclusão, está sem pé-de-meia porque nunca, nos seus mais ousados pesadelos, logrou antecipar tão violenta mudança de vida.

Inquieto e agitado pelas circunstâncias, tenta manter as rotinas e logo pela manhã sai com o seu arsenal diário de fotografia.

 "Os seus pensamentos vagueiam pelas ruas da grande metrópole de onde espera uma resposta para a sua crescente agonia. Os planos estão troikados e o presente, apesar da tão frustrante quanto necessária ajuda do sogro, é contado ao cêntimo.

Num ambiente de paz de espírito e tranquilidade, circundada por muralhas do século XIII e do século XVII, Marvão eleva-se bem alto firmando os seus méritos de terra histórica com ruas tortuosas e branco casario, mostrando que o tempo não é tão célere e ligeiro como tantas vezes faz crer. Ricardo esforça-se por tudo captar mesmo que tenha de desafiar a sorte naquela localização singularmente estratégica – com difíceis acessos, que serviram como proteção natural, e de tão vizinha da fronteira, fez com que fosse um baluarte defensivo português durante séculos, onde se travaram numerosas batalhas e combates políticos. O dedilhar insano regista, sob os mais inesperados ângulos, os inúmeros menires e antas que remontam aos períodos Paleolítico e Neolítico.

Este fotógrafo talhado pelo frenético pulsar da grande Lisboa detém-se no refinado exercício de contemplara História que corre naquelas ruas apertadas, celebrando a arquitetura alentejana, as heranças góticas, os legados manuelinos e os espólios medievais de outros tempos e ofícios, marcados na rudeza do granito local.

Mas estar no Alentejo é submeter-se aos ditames da sua luz, daquele sol inclemente e escaldante que ilumina e amadurece as uvas e da secura emanada pelas suas planícies onduladas sem fim. Ricardo, mesmo abatido pela ausência de outros horizontes, percebe estar autenticamente esmagado pela imponência de vinhas cultivadas por fenícios, gregos, romanos e, hoje, por grandes casas agrícolas e produtores que vêm afirmando a marca Alentejo entre os valorizados vinhos portugueses. Ali repousa, com secular ciência, um mundo de sabores diferentes que exige, como tudo o mais no Alentejo, tempo para o compreender e festejar.

O parceiro das mil e uma objetivas foi arrebanhado pelos vinhos alentejanos. As cada vez mais frequentes comezainas com o sogro são preenchidas com demoradas degustações onde alterna os brancos frutados, de aromas intensos e originais, com os tintos de aromas igualmente frutados mas frescos.

Notando a frustração do genro, o patriarca lança para a mesa um branco que define com nobre exatidão:

- “Aqui está o mais recente da herdade. No nariz, é elegante com aromas a frutos tropicais. Na boca, é fresco, frutado e com uma agradável acidez. Final fresco e persistente.” – sentenciou naquele tom monocórdico que distingue os abastados na vida.

Ricardo, na verdade, nada escutou. Os seus pensamentos vagueiam pelas ruas da grande metrópole de onde espera uma resposta para a sua crescente agonia. Os planos estão troikados e o presente, apesar da tão frustrante quanto necessária ajuda do sogro, é contado ao cêntimo.

José Manuel Alho

Autoria e outros dados (tags, etc)

Que futuro para

a “nossa” Praça?

Por José Manuel Alho

 

Foto retirada de blogdealbergaria - skyscrapercity.com

 

As obras de restauro do Cineteatro ALBA (CTA) acentuaram a premência de uma intervenção integrada que reabilite a Praça Alameda 5 de Outubro.

Sabe-se que a edilidade tem planos que deverá concretizar a breve trecho. Importaria, contudo, abrir e facilitar a discussão pública que beneficiasse, enriquecendo, o processo de decisão.

A questão das praças – mormente as centrais – nas nossas cidades ganhou renovada acuidade na medida em que passou a denunciar o modo como o poder local pondera e define as suas funções. Num tempo em que os espaços públicos de lazer vão escasseando na paisagem urbana, diminuídos em favor de espaços privados, que privilegiam relações vincadamente mercantilistas em que o lazer se tornou um produto somente ao alcance de alguns, cumpre, ao mesmo tempo que se auscultam as legítimas expectativas da população, descortinar que modelo(s) arquitetónico(s) defenderá a o atual executivo camarário para aquele espaço.

"Considerando que uma das características mais interessantes das Praças, além da acessibilidade a todos os cidadãos, é a possibilidade de sociabilização que ali se fomenta, o ano de 2012 – principalmente o Verão - ficará gravado no baú da memória coletiva como um tesourinho escusadamente deprimente.

No caso concreto da Praça Alameda 5 de Outubro, o que se estará a desenhar priorizará a funcionalidade ou o lucro? A intervenção a realizar oportunamente será parcial, superficial ou estruturante? Que vantagens retirará a coletividade do novo enquadramento a dar à principal praça albergariense?

No último Verão, e em razão da esperada preocupação em encaminhar os populares para a programação oferecida pelo CTA, notou-se que a Praça ficou mais vazia, mais entregue às disfunções de uma crise que a todos toca. Não fossem os ranchos folclóricos, e pouco ou nada de genuinamente relevante ali se concentraria no período em que muitos conterrâneos regressam à sua terra natal para se sentirem “em casa”.

Considerando que uma das características mais interessantes das Praças, além da acessibilidade a todos os cidadãos, é a possibilidade de sociabilização que ali se fomenta, o ano de 2012 – principalmente o Verão - ficará gravado no baú da memória coletiva como um tesourinho escusadamente deprimente.

A Praça Alameda 5 de Outubro não pode ser um equipamento inerte, um ponto de passagem a caminho de qualquer coisa que não gera qualquer vínculo com os cidadãos. Como a quantidade e diversidade de equipamentos existentes na Praça não vai além de um coreto e de uma fonte luminosa, estão drasticamente reduzidas as possibilidades de uso e de apropriação.

Em consequência, urge pensar tão singular espaço de modo a que a comunidade participe na sua dinamização desde que preparado para disponibilizar, entre outras dimensões, experiências de contemplação, prática de desporto, cultura, convívio social, serviços e circulação. A menos, claro está, que se tenha por necessária a morte lenta e agonizante da Praça para garantir a sobrevivência do CTA…

Na verdade, as pessoas não querem como “suas” praças enquanto meros espaços públicos esvaziados de oferta e significado, mas sim um palco de representações sociais diárias, onde todos têm a liberdade de atuar, abrindo espaço para as manifestações mais intensas, criando e recriando a cultura.

Mas se a opção vier a recair numa visão redutora daquilo que pode (e deve!) ser a principal sala de visitas da sede do concelho, ficará igualmente claro que se perdeu uma oportunidade d’ouro de oferecer à população um equipamento de lazer realmente vocacionado para uma expressão de vida democratizada e inclusiva, que não excluiria ninguém por razões de ordem económica ou social.

José Manuel Alho

Autoria e outros dados (tags, etc)

...

por alho_politicamente_incorreto, em 15.10.12

A estupidez é o único defeito

que se alimenta da diarreia.

                                                                                               José Manuel Alho

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ricos professores ricos

Por José Alberto Quaresma

»Os professores portugueses vão subir de ricos professores a professores ricos. O governo assim os quer na proposta de orçamento para 2013.

Não podendo ir para os escalões mais altos da sua carreira há muito congelada passarão a integrar os escalões mais altos de IRS. É mais uma generosa forma de descompensação forçada. Docentes taxados como ricos têm de ser ricos à força. Pedagogicamente é a melhor riqueza. 

Por ora, segundo o relatório da rede Eurydice da Comissão Europeia, divulgado no Dia Mundial do Professor, já estão entre os mais afortunados da Europa ao lado dos espanhóis, gregos e irlandeses. Viram os bolsos dos seus rendimentos aliviados em média 20% entre 2010 e 2012. Coisa pouca.

Eurydice vê mais. Os professores levam 34 anos para chegar ao topo da carreira quando a média europeia fica entre 15 e 25 anos. Somos mais lentos a fazer escalada quando a escalada dos preços é vertiginosa em Portugal. A Eurydice é velhaca. Bem podia estar calada. Só sente na pele quem sabe. 

O presidente da República, como referiu no discurso pronunciado no beco onde se comemorou o 5 de Outubro, elogiou os professores que têm um "papel fundamental" que "tem de ser valorizado". Quer a Educação como a "grande causa republicana do novo milénio".

Eu disse beco. Enganei-me como sempre e tenho dúvidas se é beco, viela, ou lugar esconso. Sei que se chama Praça da Galé. Parece um claustro que evita a ruidosa claustrofobia que a Praça do Município provoca a intrépidos políticos. Ainda assim uma mulher histérica aos gritos e outra a cantar Lopes Graça conseguiram entrar. Não tem graça nenhuma. 

"É mais uma generosa forma de descompensação forçada. Docentes taxados como ricos têm de ser ricos à força. Pedagogicamente é a melhor riqueza. 

 

Por ora, segundo o relatório da rede Eurydice da Comissão Europeia, divulgado no Dia Mundial do Professor, já estão entre os mais afortunados da Europa ao lado dos espanhóis, gregos e irlandeses. Viram os bolsos dos seus rendimentos aliviados em média 20% entre 2010 e 2012. Coisa pouca.

 

Bagão Félix considerou o Orçamento para 2013 "um terramoto fiscal" que vai dar cabo da economia. Só não avalia se tem grau 7, "destruidor", ou grau 8, "devastador". Eu acho que o grau é  20, "redentor".

O terramoto de 1755 teve amplitude similar a este e o maremoto subsequente não deixaram pedra sobre pedra, matando milhares de pessoas em todo o país. Mas permitiu ao Marquês de Pombal reformar o ensino, criar uma escola primária em cada freguesia e instituir o cargo de Director Geral de Estudos para recrutamento de professores  a quem deu privilégios que antes apenas os nobres possuíam. Com a extinção da Direcção Geral de Estudos foi criada a Real Mesa Censória que passou a controlar escolas e professores

Os que sobreviverem ao terramoto de 2013 só devem estar infinitamente gratos ao governo. Os que não puderam entrar no Pátio que sejam desterrados para as galés.

Os professores, que enjoam facilmente em terra e não sabem gritar nem cantar, em vez de um ministro panhona imponhem-lhes uma mesa censória real. Uns para continuarem no desemprego; os outros para não amimarem ricos alunos.

"grande causa republicana" exige que a maioria dos portugueses sejam taxados como ricos e educados como pobres de espírito.»

Retirado daqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ainda sem treinador...

por alho_politicamente_incorreto, em 13.10.12

Sporting that

I used to know

Obs. - Para escutar, clicar em stop na RFM.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Brutal!

por alho_politicamente_incorreto, em 11.10.12

Novos escalões do IRS

 

O Diário Económico teve acesso a uma versão preliminar do Orçamento do Estado para 2013. Confira aqui os novos escalões de IRS.


OS NOVOS ESCALÕES DE IRS

Até 7.000€ - 14,5%

Entre 7.000 e 20.000 - 28,5%

Entre 20.000 e 40.000 - 37%

Entre 40.000 e 80.000 - 45%

Mais de 80.000 - 48%

 

O MODELO ANTERIOR DE IRS

Até 4.898€ - 11,5%

Entre 4.898 e 7.410€ - 14%

Entre 7.410 e 18.375€ - 24,5%

Entre 18.375 e 42.259€ - 35,5%

Entre 42.259 e 61.244€ - 38%

Entre 61.244 e 66.045€ - 41,5%

Entre 66.045 e 153.300€ - 43,5%

Mais de 153.300€ - 46,5%

 

Retirado daqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Professores portugueses são

dos que mais sentem

a crise na Europa

* Os salários dos professores portugueses foram dos mais afetados pela crise económica a nível europeu, revela o jornal Público, citando o relatório da rede Eurydice, da Comissão Europeia.

 

Segundo um estudo sobre salários e subsídios de professores e diretores de escolas na Europa, em 2011/2012 os professores de Portugal, Espanha, Grécia, Eslovénia e Irlanda foram os mais afetados pelas restrições orçamentais e medidas de austeridade.

Em Portugal, os professores assistiram a uma redução dos seus salários e à suspensão dos subsídios de férias e de Natal, tal como aconteceu com os restantes funcionários públicos.

Dos 32 países analisados no relatório Eurydice, 16 reduziram ou congelaram os salários dos professores, como consequência da situação económica.

A Grécia reduziu o salário de base em 30% e deixou de pagar subsídios de Natal e Páscoa. A Irlanda cortou os salários dos novos professores em 13% em 2011 e os salários dos nomeados após 31 de janeiro deste ano sofreram uma redução de 20%. Em Espanha, os salários dos professores e funcionários do setor público sofreram cortes de 5% em 2010 e deixaram de ser ajustados à inflação.

"O relatório Eurydice analisou a situação salarial em 32 países (os estados-membros da União Europeia, mais a Croácia, Islândia, Noruega, Turquia e Liechtenstein) e incluiu os professores com horário completo e habilitação própria e os diretores de estabelecimentos de ensino do pré-primário, primário e secundário.

Segundo o relatório da rede Eurydice, da Comissão Europeia, o salário máximo dos professores com mais tempo de trabalho é, em regra geral, duas vezes superior ao salário mínimo dos recém-chegados e são necessários, em média, 15 a 25 anos para atingir o salário máximo.

No entanto, Portugal situa-se acima desta média, onde, juntamente com Espanha, Itália, Hungria, Áustria e Roménia, são necessários 34 anos ou mais para alcançar o salário máximo.

Bulgária, Chipre, Estónia, França, Hungria, Itália, Letónia, Lituânia, Reino Unido, Croácia e Liechtenstein foram países onde os salários dos professores permaneceram ao mesmo nível ou sofreram cortes ligeiros.

Já na Eslováquia, na Islândia, na Polónia e na República Checa foi registado um aumento salarial desde meados de 2010, enquanto na Roménia os salários do pessoal docente estão a voltar ao nível anterior à crise.

O relatório Eurydice analisou a situação salarial em 32 países (os estados-membros da União Europeia, mais a Croácia, Islândia, Noruega, Turquia e Liechtenstein) e incluiu os professores com horário completo e habilitação própria e os diretores de estabelecimentos de ensino do pré-primário, primário e secundário.

Retirado daqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/2



Mais sobre mim

foto do autor


Google Tradutor


Repto


No meio da rua...


Alhadas passadas

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Assinantes de feed

ASSINE NOSSO FEED

Feed

Gadget by Feed Burner modificado por bloggerenciado

Links

Educação

Outros BLOGS

Recursos